sábado, 6 de abril de 2013

ITAQUERÃO





 
 
 
REPASSANDO                            
 
 
 

Por Jorge Serrão
 
A enorme chance de um retumbante fracasso na precária infraestrutura para a realização da Copa do Mundo no Brasil já é um dos temores mais concretos de desgaste pessoal para Luiz Inácio Lula da Silva, queimando o filme da "gerentona" Dilma Rousseff em pleno processo reeleitoral. Maior vergonha para Lula, um corinthiano roxo, é o alto risco de não ser concluído o estádio Itaquerão, tirando São Paulo como sede da competição da transnacional Fifa.
 
Nenhum banco com dirigentes tendo um mínimo de bom senso aceita liberar US$ 200 milhões para a parte conclusiva do estádio. O valor cotado em dólar (sempre oscilando) é um problemaço. Mas o pior é a falta de garantias patrimoniais para o financiamento – seja pelo clube ou pela empreiteira. Segunda-feira que vem, Dia da Mentira, pode ser cumprida a verdadeira ameaça de paralisação da superfaturadíssima obra da Arena Corinthians, em Itaquera, na intransitável Zona Leste da capital paulista.
 
Já raciocinando com a alta probabilidade de ocorrer o cenário mais desfavorável, com a obra do Itaquerão não terminando no prazo, por falta de verdinhas, o governo brasileiro e a Fifa já definiram que o jogo de abertura da Copa do Mundo de Futebol será no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Se isto realmente ocorrer, quem se ferra é Lula - Nome certo para batizar o estádio, quando partir desta melhor para uma mais excelente ainda.
 
O câncer maligno da incompetência, sofrendo metástase com a tradicional corrupção tupiniquim, ronda a desorganização da Copa no Brasil. Além de estádios concluídos com qualidade questionável e a custos elevadíssimos e absolutamente fora da realidade, o turista que vier assistir aos jogos vai sentir na pele a falta de estrutura receptiva, em hospedagem, transportes terrestres nas capitais e estrutura aeroportuária.
 
Luiz Felipe Scolari pode até formar um time capaz de vencer a Copa de 2014. Mas o Brasil já conquistou, antecipadamente, a Taça Mundial da Incompetência e Roubalheira pelo total despreparo na montagem da infraestrutura para um evento internacional de grande porte – que custará caríssimo aos cofres públicos e vai beneficiar apenas empreiteiros ou quem fechou negócios com a Fifa – que ganhou isenção de impostos em todas as operações, ao contrário do cada vez mais idiotizado eleitor-contribuinte tupiniquim, rico, classe mérdia ou pobre, cada vez mais penalizado pela carga tributária jamais reformada pelo governo da gastança sem qualidade e da deslavada corrupção sem fim.
 
 
 
 

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