quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Flu Vaccine a Shot in The Dark? Try This Instead

 


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Dr. Myatt Promises No Flu For You This Winter - GUARANTEED!

03 November 2011

Dr. Myatt Promises No Flu For You This Winter - GUARANTEED!

Big Pharma's annual Flu Vaccine advertising campaign is once again in full swing - with all the usual parties being trotted out to shill for the continuing profit picture of the Big Guys. Unfortunately for Big Pharma it doesn't seem to be working as well this year as it has in the past [...Read more here]

Sparks Fly! Spanked By A Subscriber Over Microwave Ovens...

Our Reader Says "Duhhhh, Get A Clue!" [...Read More Here]

 


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Boletim Informativo de Boa Saúde - Publicação 494

Publicação 494 :: 03 de novembro de 2011

Artrite Reumatóide – O que é ?

A artrite reumatóide (AR) é uma forma comum de artrite (artr: articulação; itis: inflamação) que produz inflamação no revestimento das articulações, causando calor, inchação e dor na articulação.

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Blog Mais Nutrição

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Nicotina abre a porta para uso de cocaína, diz estudo.

Posted: 03 Nov 2011 05:58 AM PDT

Imagem: nkzs

Substância presente no tabaco altera DNA em roedor e eleva risco de vício.

Pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, fizeram um estudo em camundongos para mostrar como a nicotina[bb] pode ser uma porta de entrada para o uso de outras drogas como a cocaína. O trabalho foi divulgado na publicação científica “Science Translational Medicine”.

Durante o estudo, os roedores beberam água misturada com nicotina por, pelo menos, sete dias. Depois eles receberam, ao mesmo tempo, doses de nicotina e cocaína. Como resultado, os animais apresentaram uma resposta maior à droga ilícita.

Essa afinidade pela droga é causada por uma mudança que a nicotina promove no DNA dos camundongos, especialmente em um gene ligado à dependência química chamado FosB.

Este é o primeiro estudo a revelar como a nicotina pode tornar o cérebro mais vulnerável aos efeitos benéficos da cocaína, que levam ao vício após uso prolongado. Esse modelo de pesquisa gerou controvérsia durante os últimos anos, já que até agora nenhuma pesquisa científica tinha conseguido mostrar um mecanismo biológico pelo qual a nicotina poderia aumentar a vulnerabilidade a drogas ilícitas.

Roedores x humanos
Para descobrir se os dados colhidos na pesquisa encontravam respaldo em estudos com humanos, os cientistas norte-americanos resolveram consultar os dados de uma pesquisa nacional realizada em 2003 sobre consequências do uso de álcool. Os participantes tinham entre 15 e 34 anos e foram acompanhados durante alguns anos para que revelassem os seus padrões de comportamento. Esse levantamento também continha dados sobre nicotina.

Leia o restante da notícia no site do G1.

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Apenas 30% dos cânceres vêm de genes herdados

Posted: 03 Nov 2011 02:49 AM PDT

Gianecchini em campanha para o GAAC

Nesta segunda-feira, o pai do ator Reynaldo Gianecchini, 38, que faz tratamento contra um câncer[bb] linfático, morreu em consequência de um tumor no pâncreas.

O caso do pai, que tinha 72 anos, e do filho enfrentando a doença ao mesmo tempo pode indicar um componente hereditário da doença.

Mas só uma minoria dos tumores têm causas hereditárias. De acordo com o oncologista Bernardo Garicochea, coordenador da unidade de aconselhamento genético do Hospital Sírio-Libanês, só 30% dos tumores são determinados por um conjunto de genes herdados da família.

Do total, em torno de 5% estão ligados a mutações específicas. Os médicos já conhecem algumas dessas mutações em trechos de DNA definidos. As mutações nos genes chamados de BRCA1 e 2, por exemplo, estão fortemente ligadas a tumores de mama, ovário, pele e pâncreas.

Quem tem esse tipo de mutação carrega o que os médicos chamam de síndrome. A de Lynch, por exemplo, causa tumores no intestino. Outras, como a de Li-Fraumeni, dão origem a vários tipos de tumor[bb] na mesma família.

“O médico pode analisar o padrão de tumores que ocorre na família e pedir um teste genético para identificar a síndrome”, afirma o médico.

Testes desse tipo só estão disponíveis na rede privada. Para saber quais são os pacientes que precisam desse tipo de teste, os médicos observam alguns sinais: o número de pessoas na família que tiveram câncer; o número de familiares que tiveram o mesmo tipo de tumor; se há pessoas em que a doença apareceu cedo (câncer de mama antes dos 40 anos, por exemplo) e se uma pessoa teve dois tipos diferentes de tumor em seguida ou em dois lados do corpo de forma independente.

“Achando o defeito genético no doente, procuramos o mesmo defeito nas outras pessoas. É como uma lista telefônica, você já sabe em que página está o que você procura”, afirma Goricochea.

Leia o restante da reportagem no site da Folha.

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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Blog Mais Nutrição

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Trabalhadores noturnos são predispostos a comer mais e ganhar peso

Posted: 01 Nov 2011 03:14 AM PDT

Imagem: CELATEBER

Um novo estudo realizado por cientistas brasileiros sugere que trabalhadores noturnos apresentam alterações em funções hormonais que podem deixá-los predispostos a comer mais, ganhar peso e desenvolver síndrome metabólica[bb] – um conjunto de fatores de risco cardiovascular que inclui hiperglicemia, hipertensão arterial, obesidade e aumento da circunferência da cintura.

A literatura científica internacional já demonstrava que os trabalhadores noturnos têm mais tendência ao ganho de peso, além de maior risco de apresentar doenças cardiovasculares e outros indicadores de síndrome metabólica.

Mudanças de comportamentos alimentares associadas ao trabalho noturno – incluindo aumento do valor calórico e variações no horário e número de refeições – têm sido apontadas como a mais provável explicação para esse fenômeno.

Estudando os mecanismos biológicos que poderiam estar por trás das mudanças comportamentais, um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) descobriu que os trabalhadores noturnos apresentam alterações em funções hormonais estomacais que regulam a saciação – a sensação de estar satisfeito após a refeição –, o que pode levar ao ganho de peso.

O estudo, coordenado por Bruno Geloneze Neto, da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, teve apoio da FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular. "Nossa conclusão é que a função hormonal estomacal de regulação da saciação sofre alteração nas pessoas que trabalham à noite", disse Geloneze à Agência FAPESP.

De acordo com Geloneze, o estudo foi realizado com um grupo de 24 mulheres, sendo 12 trabalhadoras do turno da noite e 12 trabalhadoras do turno do dia do Hospital das Clínicas da Unicamp. Todas elas tinham índice de massa corpórea entre 25 e 35.

"Estudamos os mecanismos hormonais ligados à saciação e não as diferenças comportamentais. Tomamos o cuidado de trabalhar apenas com pessoas do mesmo sexo, com padrões semelhantes de peso, de atividade física e de condição socioeconômica e cultural, a fim de observar as diferenças relacionadas à variável do turno de trabalho", disse Geloneze.

Segundo Geloneze, a literatura internacional aponta que os trabalhadores noturnos têm mais riscos de ganhar peso e desenvolver doenças cardiovasculares, associando esse fenômeno a um aumento do consumo calórico.

Mas, até agora, os estudos não haviam desvendado se esse aumento ocorria devido ao estresse causado pela quebra do ritmo biológico ocasionada pela vigília no período noturno ou por um fator de ordem puramente comportamental: como se a falta de estímulos no período noturno levasse a pessoa a comer mais – o que os cientistas suspeitam ser um mito.

"Fomos investigar um aspecto sobre o qual não há dados na literatura: como se comportam os hormônios gastrointestinais que controlam a fome e a saciação. Alguns estudos mostram que existe uma alteração nos níveis de leptina – um hormônio[bb] relacionado ao grau de adiposidade – nos trabalhadores noturnos. Mas não se sabia se a leptina se alterava como consequência do ganho de peso ou se era sua causa", explicou.

Leia o restante desta notícia no site do UOL.

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