quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Blog Mais Nutrição

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Fibra aliada ao ômega 3 protege corpo contra câncer de cólon, destaca estudo

Posted: 09 Nov 2011 03:51 AM PST

Imagem: lockstockb

Colocar fibras e ômega 3 na dieta ajuda a proteger o corpo contra o câncer de cólon. É o que destaca estudo realizado na Texas A&M University. Mas se a fibra for aliada a outro tipo de gordura, como a de óleos vegetais, o efeito anticancerígeno diminui.

Robert Chapkin, autor da pesquisa, e sua equipe coordenaram o estudo feito em ratos e usaram ômega 3 e butirato, composto que se forma quando a fibra solúvel é quebrada no cólon. Os ratos alimentados com esses dois compostos reduziram a formação de tumor no cólon.

Já, os animais que tiveram dieta na base de fibras[bb] e óleo de milho tiveram aumento no surgimento da doença.

O estudo identificou que o butirato e o ômega 3 matam células não saudáveis ou danificadas no cólon, o que é bom, pois se elas ficam na região podem se tornar cancerígenas.

O estudo, entretanto, ainda não certificou se ingerir esses dois alimentos[bb] juntos tem os mesmos efeitos nos seres humanos que os encontrados nos ratos.

Leia o restante da reportagem no site do UOL.

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terça-feira, 8 de novembro de 2011

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Mãe anoréxica pesa menos que a filha de sete anos no Reino Unido

Posted: 08 Nov 2011 05:49 AM PST

Imagem: Revista Closer

Rebecca Jones, de 26 anos, pesa 32,3kg – cinco a menos que Maisy. Segundo reportagem, ela diz se sentir bem vestindo as roupas da filha.

À primeira vista elas parecem ser irmãs, mas, são, na verdade, mãe e filha. Após sofrer de anorexia[bb] por metade da sua vida, a britânica Rebecca Jones, de 26 anos, pesa hoje 32,3kg – menos que a filha de sete anos, Maisy, que pesa 37,4kg e tem 20 centímetros a menos. A notícia sobre o caso foi publicada nesta terça-feira (8) no site do jornal britânico “Daily Mail”.

Segundo o periódico, enquanto vive de sopas, torradas e bebidas energéticas, a secretária incentiva a filha a comer chocolates e bolos. “Vestir as mesmas roupas que Maisy me dá uma sensação de orgulho. É errado, mas me faz sentir bem. Eu não acho que eu estou magra – eu sempre me vejo como maior.”, disse ao jornal.

Segundo a reportagem, o distúrbio alimentar[bb] de Rebecca começou após o divórcio de seus pais, quando ela tinha 11 anos. Aos 13, ela praticamente parou de comer. “Minha mãe pensou que eu tinha perdido as gordurinhas a mais. Eu era mais feliz”. Mas em dois anos seu peso caiu para 50,8kg e sua menstruação parou. “Eu estava tão frágil, muitas vezes não conseguia sair da cama”, disse ela.

Ela conheceu o pai de Maisy quando tinha 19 anos e estudava na Universidade de Manchester. Ela tinha assumido o fato de que a anorexia a tinha deixado estéril e não tinha ideia que estava grávida até que sentiu um pontapé. Um exame revelou que ela estava com 26 semanas de gravidez.

De acordo com a reportagem, médicos pediram a ela para comer frango e tomar pílulas de vitaminas[bb] para ajudar o bebê, mas seu estômago não estava acostumado a eles. “Meu namorado tentou me fazer comer, mas meu estômago estava tão acostumado a pequenas quantidades, que a alimentação adequada me deixava enjoada.”

Leia o restante desta notícia no G1.

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Diminui consumo de arroz e feijão e aumenta de sal e açúcar no país

Posted: 08 Nov 2011 04:06 AM PST

Imagem: saavem

O país enfrenta, atualmente, uma espécie de transição nutricional, já que hábitos[bb] até então comuns como o consumo de arroz e feijão registraram queda, enquanto carnes gordurosas e alimentos embutidos passaram a ser amplamente consumidos. A avaliação é da coordenadora de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Déborah Malta.

Em entrevista à reportagem, ela explicou que o problema de alimentos[bb] como salsichas e linguiças é o alto teor de sal, responsável por aumentar o risco de doenças cardiovasculares. A presença de elevados níveis de açúcar na dieta[bb] do brasileiro, segundo a coordenadora, também representa uma agravante –sobretudo quando associada a um baixo consumo de frutas e hortaliças.

Os dados fazem parte da pesquisa Vigitel 2010, que mostra que 48,1% da população adulta no país estão acima do peso, enquanto 15% dos brasileiros estão obesos. O estudo indica ainda que apenas 18,2% das pessoas consomem cinco porções de frutas e hortaliças por cinco dias ou mais por semana; 34% consomem alimentos com elevado teor de gordura e 28% consomem refrigerantes cinco ou mais dias por semana.

O consumo diário de sal no Brasil, atualmente, é de 12 gramas –mais de duas vezes maior que o recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Já o açúcar é consumido de forma considerada exagerada por 61,3% da população.

Leia o restante da notícia no site da Folha.

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

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Aumento de obesidade pressiona governos de países emergentes

Posted: 07 Nov 2011 05:00 AM PST

Imagem: geo_c

Dados inéditos da OMS confirmam que países engordam à medida que enriquecem; cúpula da ONU tratará de problema.

Governos de países emergentes estão sendo impelidos a adotar medidas para combater o avanço da obesidade[bb], que atingiu níveis alarmantes em economias em rápido crescimento nas últimas três décadas.

Dados inéditos da Organização Mundial de Saúde (OMS) obtidos com exclusividade pela BBC Brasil confirmam que, assim como o rápido crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), o sobrepeso e a obesidade dispararam em países como China, Índia, África do Sul, Brasil e México.

Conhecidos no passado por dificuldade em alimentar suas populações, estes países hoje se debatem com problemas de natureza oposta – em um fenômeno que especialistas chamam de “dupla carga”.

“A forma com que calculamos o desenvolvimento econômico é simplesmente uma medida do quanto consumimos – então o quanto mais você consume, mais rico você é… e é claro que isso é ruim para ganho de peso”, disse à BBC Brasil SV Subramanian, professor de Saúde da População e Geografia da Universidade de Harvard.

No mês que vem, líderes mundiais se encontrarão na primeira cúpula de alto nível da ONU sobre doenças não-transmissíveis, que incluem obesidade, e serão exortados a adotar medidas de controle e regulamentação sobre a indústria alimentícia, assim como sistemas para identificar potenciais complicações de saúde em estágio inicial.

Epidemia de obesidade
A prevalência da obesidade aumentou em países emergentes de forma muito mais rápida que a renda, e mais rápida do que em países desenvolvidos, ao longo das três últimas décadas.

Na China, estima-se que 100 milhões de pessoas sejam obesas, comparado a 18 milhões em 2005.

No Brasil a obesidade cresce mais rapidamente entre as crianças. Cerac de 16% dos meninos e 12% das meninas com idades entre 5 e 9 anos são hoje obesas no país, quatro vezes mais do que há 20 anos.

Um em cada sete adultos mexicanos está acima do peso, proporção que fica atrás apenas dos EUA entre as principais economias do mundo.

A África do Sul, por sua vez, tem um índice de obesidade mais alto que o dos EUA – com um PIB que é um oitavo do americano.

“Vimos um aumento dramático nos níveis de obesidade em países emergentes, e este índice parece estar crescendo mais rapidamente e em meio a níveis mais baixos de PIB do que na Europa ou nos EUA há 20 ou 30 anos”, disse Tim Lobstein, da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade (Iaso).

Embora especialistas vejam uma clara relação entre o aumento da obesidade e o crescimento da riqueza, há outros fatores para o crescimento tão rápido.

O primeiro relatório da OMS sobre doenças não-transmissíveis, publicado em 2010, afirma que não apenas a obesidade, mas também outras ‘epidemias’ como diabetes, câncer e doenças cardiorespiratórias e cardiovasculares, estão relacionadas a mudanças da vida contemporânea.

‘Doenças não-transmissíveis[bb] são causadas, em grande parte, por fatores de risco comportamentais que são relacionados a transição econômicas, urbanização rápida e estilos de vida típicos do século XXI: consumo de tabaco, dieta insalubre, atividade física[bb] insuficiente e consumo abusivo de álcool’, diz o relatório.

Leia o restante da reportagem no site do G1.

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