![]() | Gonzaga Costa (@Gonzaga1951) |
A seca massacra o Rio Grande do Norte e nada de ações governamentais para atenuar a situação!gonzagacosta.blogspot.com.br pic.twitter.com/VZ12plk8Ot | |
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Tweet de Gonzaga Costa (@Gonzaga1951)
Eleições
28/10/2014
Começo parabenizando os vencedores que democraticamente foram às urnas dizer que preferem os corruptos. Está mais do que provado que o crime, no Brasil, compensa. Que comprar votos através de bolsa família, bolsa gás, bolsa não sei-de-que é ótimo para vencer eleição. A vitória do PT foi fruto principalmente dos bolsistas do Nordeste, onde o povo infelizmente desinformado vota a troco de uma esmola. Na última sexta-feira estava na fila de uma casa lotérica e na minha frente uma senhora grávida, desdentada, mal vestida e com um aspecto de quem se alimenta muito mal, aparentando cerca de 40 anos ou mais. A atendente perguntou o que ela iria sacar. Ela respondeu: "Minha bolsa família". Perguntei a ela: A senhora pode me informar quanto recebe do Bolsa Família? Ganho cento e vinte. E dá para passar? Não, eu passo muita necessidade, pois não tenho filho e por isso minha bolsa é pequena, mas eu vou ter esse filho e quando ele nascer vou receber mais oitenta reais. Essa pobre mulher vai ter que sustentar um filho com duzentos reais e o governo vai dizer que acabou com a pobreza. Sou mesmo muito indiscreto e fiz mais uma pergunta: A senhora vai votar em quem no próximo domingo? Vou votar na "muié" que me paga todo mês, com certeza. Saí calado, mas com uma pena enorme de saber que esse é o eleitor que iria eleger Dilma mais uma vez. Meu filho Gustavo, que não poderia votar, pois está fazendo doutorado na Cornell University, nos Estados Unidos, me avisou: "Painho, ninguém pode vencer a máquina do governo". É uma triste realidade. Não assisti a fala de Dilma, mas me disseram hoje no Bosque que ela prometeu uma reforma política através de um plebiscito. Para que? Os bolsistas aprovarão o que ela quiser, inclusive sua reeleição por anos indefinidos como na Venezuela e na Bolívia ou até quando quiser como em Cuba. É mais provável que fique se revezando com o cidadão mais corrupto do país, Lula, ex-metalúrgico, uma profissão digna, que ele exerceu por muito pouco tempo, para se transformar num milionário.
Geraldo Batista.
Você recebeu essa mensagem porque está inscrito no grupo "Bosque Expresso da Saúde Corrida" dos Grupos do Google.
Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie um e-mail para bosque-expresso-da-saude-corrida+unsubscribe@googlegroups.com.
Para mais opções, acesse https://groups.google.com/d/optout.
Taxa de desemprego x Bolsa Familia
Governo manipula para baixo taxa de desemprego do Brasil
Cálculo do IBGE não condiz com a realidade do mercado de trabalho brasileiro (Nelson Almeida / AFP / Getty Images)
Ninguém está certo! A taxa de desemprego é ainda pior. A metodologia aplicada pelo IBGE é absurda, sem a menor seriedade e mascara o índice verdadeiro.
Imagine que aquele senhor que entra no vagão do trem e vende bala é considerado empregado, assim como aquele mendigo que veio pedir esmola e você pagou para cortar a grama do seu jardim e/ou quintal. Todos empregadíssimos segundo a metodologia do IBGE. Agora, se você pagar o mendigo com um prato de comida e algumas sobras para ele levar embora, ou trocar um serviço de um desempregado por um favor seu, todos são considerados "Trabalhadores Não Remunerados", sem remuneração, porém, empregados? Sim, essa é a definição do IBGE.
Outro fato interessante, se um indivíduo desiste de procurar emprego, ele não é considerado desempregado, mas "desalentado", e isso significa que não entrará no cálculo do índice, logo, não afetará o aumento do desemprego, nem do emprego, mesmo estando desempregado. Entendeu? Não? Melhor, o sujeito desiste de procurar emprego e não é considerado desempregado. Simples assim!
Nessa conta dos "desalentados" está uma parte dos beneficiados pelo Programa Bolsa Família (PBF) que estão desempregados e decidiram viver do benefício, ao invés de trabalhar, a maioria dos demais beneficiários em mesma situação estão como "Pessoas Não Economicamente Ativas". Sim, os beneficiários do PBF não entram na conta do desemprego, mesmo que estejam desempregados, mas se estiverem realmente empregados, logo, entram na conta do emprego. Dois pesos e duas medidas.
Ou seja, a pessoa não possui emprego, não quer mais trabalhar, mas é considerada "desalentada", não afetando a taxa de desemprego. Ou então, não tenho trabalho, mas não sou desempregado. O Governo conseguiu criar uma nova categoria para substituir o parasitismo. Nessa mesma categoria também entra quem está recebendo seguro-desemprego, pois para o IBGE se está recebendo o seguro, não está desempregado, só "desalentado", mesmo que não tenha emprego.
Chocado(a)? Calma, pois a situação piora! Não satisfeito em deixar todos esses desempregados de fora do índice de desemprego, o IBGE resolveu que as pessoas que não estavam trabalhando na semana da pesquisa, mas que trabalharam em algum momento nos 358 dias anteriores e estavam dispostas a deixar o desemprego, como "Pessoas Marginalmente Ligadas à PEA (População Economicamente Ativa)" e as excluiu do índice (alguns beneficiários do Programa Bolsa Família estão alocados aqui também). De novo, estão desempregadas, mas só por que não gostam disso e querem trabalhar, não são consideradas desempregadas.
Por fim, as pessoas que fazem "bicos" e recebem menos de um salário mínimo são consideradas "empregadas". Por exemplo, o indivíduo substitui um atendente em um posto de gasolina por um final de semana e recebe R$50 por isso. Mesmo ele tendo trabalhado só dois dias no mês e recebido menos de 10% de um salário mínimo, o IBGE o considera "empregado", olha que beleza.
Notando esse absurdo, o editor e tradutor do Instituto Ludwig von Mises Brasil, Leandro Roque, escreveu o artigo "A real taxa de desemprego no Brasil", no qual ele pega todo esse povo que está desempregado, mas não entra no índice, e coloca junto aos outros 5,3% que também estão desempregados em outubro de 2012, mas o IBGE não conseguiu fazer mágica para excluir do índice, são eles:
1- Pessoas desalentadas
2- Pessoas desocupadas
3- Pessoas com rendimento/hora menor que o salário mínimo/hora
4- Pessoas Marginalmente ligadas à PEA
5- "Trabalhadores" não remunerados
Com todos esses desempregados que ficaram de fora do índice o resultado é assustador, ao invés dos 5,3% do IBGE (outubro/2012) e/ou dos 10,5% do DIEESE no mesmo período, temos impressionantes 20,8% de desempregados no país. Confira o gráfico abaixo montado por Leandro Roque:
A mesma metodologia se aplicada hoje variaria entre 20% e 20,5% o índice de desemprego, devido a pouca mobilidade deste em 2013 (de 5,3% para 5% segundo a metodologia desonesta do IBGE). Inclusive, o menor índice desde 2009 foi de 20%, segundo o cálculo de Leandro Roque, efetuado através de todos as variáveis coletadas pelo IBGE desde 2002.
Claro que ao PT e principalmente à Presidente Dilma Rousseff o que interessa é que o índice magicamente fique abaixo da realidade. Mas não adianta, pois o próprio Deputado Federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) do qual eu tenho certas "ressalvas", denuncia a disparidade do índice anunciado pelo Governo através do IBGE e do índice Real (ele errou o cálculo final, mas acertou quando apontou a falha da metodologia do IBGE) e quando informa que os beneficiários do PBF não entram no índice (só esqueceu-se de mencionar que entram, caso estejam empregados apenas, pois toda ajuda na mágica é pouca). Veja abaixo o vídeo:
Fwd: A VACA GORDA
From: Palitot <palitotvillar@uol.com.br>
Date: 2014-10-27 18:15 GMT-03:00
Subject: A VACA GORDA
To: "Undisclosed-Recipient:;"@smtps.uol.com.br
Você recebeu essa mensagem porque está inscrito no grupo "Bosque Expresso da Saúde Corrida" dos Grupos do Google.
Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie um e-mail para bosque-expresso-da-saude-corrida+unsubscribe@googlegroups.com.
Para mais opções, acesse https://groups.google.com/d/optout.
